Thursday, March 5, 2015

Mulheres na Idade Média

Colégio Palas
Rio, 4 de março de 2015
Història
Turma: 71
Alunas: Camilla Leal
             Olívia Lacoste
             Yasmin Andrade



Mulheres na Idade Média

A mulher da Idade Média, na visão dos homens, era considerada mero instrumento de procriação, um objeto de propriedade, posse exclusiva do marido, seu amo e senhor.

Os clérigos a consideravam um ser muito próximo da carne e dos sentidos e, por isso, uma pecadora em potencial, uma aliada do demônio.

Mas por que a visão das mulheres naquela sociedade era essa?

Na parte final da Antiguidade, a figura da mulher era colocada em muitas situações de superioridade em relação ao homem. Difundia-se a idéia de que a mulher era especialmente capaz de realizar certos encantamentos e receber faver das divindades.

Com a propagação do Cristianismo, essa aura de poder e magia feminina foi combatida, propondo-se a igualdade entre homens e mulheres, já que ambos os gêneros eram provenientes de uma mesma divindade.

Com o passar dos anos, os religiosos foram reafirmando o pecado original de Eva, culpada pela queda do gênero humano. Assim a mulher foi sendo inferiorizada, considerada uma enganadora.

Dessa forma, na Idade Média, ainda que as mulheres tivessem vários papéis sociais – esposa, mãe, camponesa, artesã, enfermeira, e até postos de comando como rainhas e abadessas – à frente delas estava sempre um representante masculino.

As filhas eram totalmente excluídas da sucessão e quando casavam recebiam um dote que era administrado pelo marido. O casamento era um pacto entre duas famílias que tinha Com o passar dos anos, os religiosos foram reafirmando o pecado original de Eva, culpada pela queda do gênero humano. Assim a mulher foi sendo inferiorizada, considerada uma enganadora.

Dessa forma, na Idade Média, ainda que as mulheres tivessem vários papéis sociais – esposa, mãe, camponesa, artesã, enfermeira, e até postos de comando como rainhas e abadessas – à frente delas estava sempre um representante masculino.

As filhas eram totalmente excluídas da sucessão e quando casavam recebiam um dote que era administrado pelo marido. O casamento era um pacto entre duas famílias que tinha por objetivo simplesmente a procriação.

Filha, irmã ou esposa eram sempre consideradas um acessório do homem a quem serviam, e, suscetíveis às tentações do diabo, deveriam estar sempre sob a tutela masculina.

Vista como um ser feito para obedecer, era bom que a mulher nem soubesse ler e escrever. A elas cabia o dever de saber fiar e bordar.

Se a mulher fosse da nobreza, deveria saber administrar e supervisionar o trabalho em suas terras e o serviço de seus domésticos e dependentes. Mas apenas podia ficar no comando quando o marido ou qualquer outro representante masculino da casa não estivesse presente. A tarefa de ser dona de casa era uma função difícil na época, pois a economia doméstica era bastante complicada, exigindo habilidade e competência.

As camponesas deveriam, quando casadas, acompanhar seus maridos em todas as atividades desempenhadas nas terras onde estes trabalhavam. E quando enviuvavam seguiam trabalhando com os filhos ou sozinhas.

Contudo, a participação e o lugar da mulher na História e, principalmente na Idade Média, ainda vem sendo estudados, pois se as mulheres ficaram sim à sombra de um mundo dominado pelo gênero masculino, essa idéia se acentua ainda mais porque as fontes que retratam o universo feminino, na sua maioria, são textos escritos pelos homens impregnados pela a aversão dos religiosos da época por elas.


Fonte: artigo “A mulher da Idade Média”  por Sofia Yuna
           http://pt.slideshare.net
           acessado dia 02/02/2015


Tuesday, February 10, 2015

História 
Colégio Palas
                           Turma: 71